O fármaco durvalumab, da AstraZeneca, demonstrou um benefício de sobrevivência global (OS) e sobrevivência livre de progressão (PFS) a cinco anos vs. placebo, nos doentes com CPCNP Estádio III irressecáveis com expressão de PD-L1>1%, que não tenham progredido após QRT baseada em platina.
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