Um recente inquérito evidenciou que efeitos emocionais, ao contrário dos impactos físicos, são mais problemáticos para sobreviventes a longo-termo (≥ 5 anos). A Dr.ª Maureen Rigney, assistente social clínica e diretora das iniciativas de apoio para a Aliança do Cancro do Pulmão (ACP) apresentou estas descobertas, em 23 de setembro, na 19ª Conferência de Cancro do Pulmão da Associação Internacional para o Estudo do Cancro do Pulmão (IASLC), em Toronto, Canadá.
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