Atualmente, um dos grandes desafios enfrentados pelos especialistas é conseguir diagnosticar o cancro do pulmão nas suas fases mais precoces. De acordo com o Dr. Fernando Barata, presidente do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão, este “progride durante anos de forma assintomática. Em cerca de 60% dos doentes o diagnóstico faz-se numa fase avançada, o que condiciona opções terapêuticas mais eficazes com uma consequente redução da sobrevivência”.
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo




