Entrevistas
“A anatomia patológica está a entrar numa fase de digitalização progressiva, que começa a trazer ferramentas únicas de inteligência artificial para a apreciação de tumores”. Foi sobre elas que incidiu a apresentação da Prof.ª Doutora Catarina Eloy, do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), no evento “Cancro do Pulmão: o Doente no Centro da Imunoterapia”, realizado a 10 de outubro.
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Avaliar os doentes com COVID-19, evitar a propagação do vírus e garantir uma resposta aos restantes doentes obrigou a que o Serviço de Pneumologia do Hospital Vila Franca de Xira reorganizasse as suas atividades e se reinventasse. Além da implementação do modelo de teleconsulta e da alteração das rotinas dos exames, foi necessário prestar assistência na urgência e no internamento. A diretora do serviço, Dr.ª Paula Rosa, dá a conhecer esta “nova realidade”.
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O evento da MSD “Cancro do Pulmão: o Doente no Centro da Imunoterapia” contribuiu, de acordo com a Dr.ª Encarnação Teixeira, membro da Comissão Científica, para o melhor esclarecimento da nova etapa do tratamento. A discussão “ultrapassou as expectativas em relação aos objetivos pretendidos” e “aguardam-se grandes desafios”.
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“Nos doentes que têm metastização cerebral assintomática, justifica-se fazer o tratamento local antes de iniciar a imunoterapia ou deve-se fazer como já se fazia com os inibidores das tirosina quinases?”. Esta foi uma das questões levantadas pela Dr.ª Ana Figueiredo ao especialista austríaco Dr. Maximilian Hochmair, no evento “Cancro do Pulmão: o Doente no Centro da Imunoterapia”, que se realizou a 10 de outubro.
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“O Congresso deste ano da SPCCTV, que segue o lema e o formato introduzido há uns anos do 4DVisions, vai realizar-se num formato híbrido”. Quem o afirma é o presidente da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardiotorácica e Vascular (SPCCTV), Prof. Doutor Adelino Leite Moreira, em entrevista ao My Pneumologia. Veja o vídeo.
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A hipertensão pulmonar tromboembólica crónica (HPTEC) integra o grupo 4 da classificação clínica de hipertensão pulmonar (HP), “juntamente com outras formas de obstrução vascular pulmonar, sendo causada pela transformação fibrótica de coágulos nas artérias pulmonares”, afirmou o Dr. Rui Plácido, que será um dos formadores do curso SIGA, promovido pela MSD Portugal e que arranca já no dia 7 de novembro. Em entrevista ao My Pneumologia, o assistente hospitalar de Cardiologia do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (Hospital de Santa Maria) salientou que, “na ausência de tratamento adequado, a HPTEC tem um prognóstico muito desfavorável”. Não obstante, o especialista sublinha a mensagem que “a HPTEC é a única forma de hipertensão pulmonar potencialmente curável, pelo que se torna fundamental o diagnóstico precoce e a terapêutica adequada”.
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O curso “SIGA A Doença Vascular Pulmonar”, que terá início no próximo dia 7 de novembro, em regime de e-learning, divide-se em cinco módulos temáticos. Os conteúdos deste curso, promovido pela MSD Portugal em parceria com a Academia Cardiovascular da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), irão incidir sobre a abordagem terapêutica, o seguimento, a referenciação e os desafios na marcha diagnóstica diferencial de doentes com hipertensão pulmonar (HTP), focando-se, sobretudo, em dois grupos da classificação atual de HTP: hipertensão arterial pulmonar (grupo 1) e hipertensão pulmonar tromboembólica crónica (grupo 4). Entrevistada pela My Pneumologia, a Dr.ª Maria José Loureiro, Clinical Research Director, Merck Sharp & Dohme e uma das formadoras deste curso, traçou um retrato epidemiológico da hipertensão pulmonar, indicando, ainda, que as terapêuticas atualmente disponíveis contribuíram significativamente para uma melhoria do prognóstico destes doentes.
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“A experiência com administração de biológicos no domicílio é recente para os doentes com asma, mas, até agora, tem decorrido sem problema”, afirma a Dr.ª Ana Mendes, assistente hospitalar graduada de Imunoalergologia do Hospital de Santa Maria (CHULN), em entrevista ao My Pneumologia. Neste contexto, explica como é que a adesão à terapêutica biológica pode facilitar a gestão crónica do doente com asma e reduzir as idas ao hospital. Leia a entrevista.
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Um dos temas debatidos no XXVII Congresso de Pneumologia do Norte foi a alteração da terapêutica em doentes com DPOC não controlada, num simpósio satélite promovido pela Menarini. O especialista convidado, Prof. José Luiz Lopez-Campos, pneumologista no Hospital Universitario Virgen del Rocío, em Sevilha, deixou conselhos para identificar estes doentes em consulta e quebrar o círculo vicioso de disfunção física-agravamento, tipicamente associado a esta condição respiratória.
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O Prof. Doutor Venceslau Hespanhol, pneumologista do Centro Hospitalar Universitário de São João (CHSJ), no Porto, destaca a importância do diagnóstico precoce para detetar o cancro do pulmão e, consequentemente, reduzir a mortalidade. O especialista falava no âmbito do XXVII Congresso de Pneumologia do Norte.
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