Entrevistas

A Radioncologia no tratamento de CPNPC em estadio III
Redação News Farma
26 Jul. 2024

O evento RadIO Sharing, que se realizou no dia 22 de junho, por colaboração entre a AstraZeneca e a Sociedade Portuguesa de Radioterapia-Oncologia, contou com a presença da especialista Catarina Travancinha, da CUF Tejo e Descobertas. Além de moderadora da reunião, foi também a oradora convidada para o momento de introdução, sobre o doente em estádio III irressecável. Quais os principais desafios associados e o papel da radioncologia na sua gestão? Veja o seu depoimento.

Sociedade Portuguesa de Radioterapia-Oncologia focada em “recolocar” a especialidade “no lugar que merece”
Redação News Farma
19 Jul. 2024

O presidente da Sociedade Portuguesa de Radioterapia-Oncologia (SPRO), Guy Vieira, deu as boas-vindas aos participantes da reunião, RadIO Sharing, que se realizou, no dia 22 de junho, assinalando a colaboração entre a AstraZeneca e a própria SPRO.

“As terapêuticas fixas são úteis num doente asmático grave”
Redação News Farma
19 Jul. 2024

Cláudia Chaves Loureiro, pneumologista na ULS de Coimbra, reflete que, “se um doente for muito sintomático, uma terapêutica tripla não é fácil nem o mais adequado”, considerando ser até “uma muleta psicológica” para o doente. Veja a entrevista sobre o step-up para terapêutica tripla fixa em doentes asmáticos graves.

“Qualquer desvio a esta abordagem deve ser corrigido através da educação dos médicos envolvidos”
Redação News Farma
12 Jul. 2024

Como fazer prevalecer a importância do step-up para terapêutica tripla fixa neste tipo de doentes? Esta foi a questão feita a Manuel Branco Ferreira, imunoalergologista na ULS de Santa Maria, para a qual responde que, para este caso, o indicado é “a educação dos médicos e dos profissionais que seguem estes doentes”. Veja a entrevista.

Nova vacina de dose elevada disponível para população com 85 ou mais anos: “Vacinar melhor quem mais precisa de proteção"
Redação News Farma
08 Jul. 2024

Filipe Froes, assistente hospitalar graduado de Pneumologia, especialista em Medicina Intensiva e coordenador da Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Pulido Valente, palestrou no simpósio patrocinado pela Sanofi sobre “O impacto da gripe nas populações mais vulneráveis (65+)”. Em entrevista à News Farma, o especialista refletiu sobre a importância de “aumentar a taxa de cobertura vacinal dos profissionais de saúde” e, além disso, “vacinar melhor quem mais precisa de proteção, isto significa vacinar com a vacina dose elevada, sobretudo a partir dos 65 anos, sendo que este ano teremos esta opção a partir dos 85 anos”. Assista à entrevista.

Vacina de dose elevada “é fundamental para aumentar a defesa nessa população fragilizada”
Redação News Farma
08 Jul. 2024

Durante o 15.º Congresso de Pneumologia do Centro-Ibérico, que incluiu também as 48.as Jornadas de Actualização Pneumológica, decorreu o simpósio patrocinado pela Sanofi, intitulado “O impacto da gripe nas populações mais vulneráveis (65+)”. Carlos Robalo Cordeiro, diretor do serviço de Pneumologia da ULS de Coimbra, foi um dos interlocutores desta sessão. “A vacina de dose elevada, que já tem sido utilizada nas estruturas residenciais para pessoas idosas, vai estar na próxima época sazonal disponível para a população com mais de 85 anos, algo fundamental precisamente para aumentar a defesa nessa população, que é claramente mais fragilizada”, refere. Assista à entrevista.

“A utilização desta terapêutica tripla não é uma soma; é um efeito exponencial dos medicamentos”
Redação News Farma
05 Jul. 2024

“A terapêutica tripla tem um papel muito importante no tratamento da asma”, reflete João Gaspar Marques, imunoalergologista na ULS de São José, sobre o momento para se avançar com terapêutica tripla nos doentes. Em entrevista, destaca que é “uma mais-valia” nos doentes que não estão adequadamente controlados com terapêutica dupla em dose alta, em doentes muito sintomáticos ou em doentes com uma asma grave ou difícil de controlar”. Veja o vídeo.

15.º CPC-Ibérico: “Um evento de referência na região centro, vibrante e marcado pela renovação”
Redação News Farma
04 Jul. 2024

O 15.º Congresso de Pneumologia do Centro-Ibérico, que assinalou também as 48.as Jornadas de Actualização Pneumológica, foi um evento que uniu forças dos serviços da especialidade da região centro de Portugal e, ainda, os espanhóis, de Salamanca e Cárceres para tornar as sessões “ainda mais participadas e interessantes”. Nas palavras dos presidentes Lourdes Barradas e Carlos Robalo Cordeiro, a reunião teve uma forte presença por parte dos jovens especialistas e internos, possibilitando networking e a partilha de conceitos que se refletiram nos perto de 200 abstracts submetidos. A par da inovação, dos temas emergentes na área, houve também a oportunidade de recordar conceitos e pessoas que tanto fizeram pela Pneumologia. “Teremos um futuro muito mais forte e muito mais consistente se estivermos sustentados num passado”. Assista aos depoimentos em vídeo.

Microbactérias não tuberculosas “têm passado despercebidas, sobretudo nos doentes respiratórios crónicos”
Redação News Farma
04 Jul. 2024

A especialista em Pneumologia na Trofa Saúde, Inês Ladeira, brindou o 15.º Congresso de Pneumologia do Centro-Ibérico com o tema “Microbactérias não tuberculosas”. Apesar de não ser um tópico recorrente nas reuniões da especialidade, “é uma patologia que passava um bocadinho despercebida até há pouco tempo, porém tem vindo a ganhar algum espaço e, portanto, é essencial que consigamos levar a todos os pneumologistas informações atualizadas sobre o diagnóstico e a prevalência deste tipo de patogénios”, salienta. Assista à entrevista.

DPOC e comorbilidades cardiovasculares: “Uma combinação que acarreta complicações e contribui para a mortalidade destes doentes”
Redação News Farma
04 Jul. 2024

“O impacto das exacerbações na Jornada do doente: Risco Cardiopulmonar – coração e pulmão: ligações perigosas” foi o tema que Cidália Rodrigues, especialista em Pneumologia na ULS de Coimbra, trouxe ao 15.º Congresso de Pneumologia do Centro-Ibérico. “Sabemos que doentes com DPOC e com patologia cardiovascular associada têm maior risco de mortalidade comparativamente aqueles doentes que só têm DPOC”, refere. Assista à entrevista.

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