O simpósio da Astrazeneca, integrado no 1.º Congresso Português de Cancro do Pulmão, no dia 20 de outubro, teve como objetivo promover uma discussão multidisciplinar – reunindo a Pneumologia, a Cirurgia Torácica e a Radioncologia – numa discussão dinâmica acerca dos desafios da gestão da imunoterapia, nomeadamente acerca do impacto de uma abordagem não cirúrgica vs. cirúrgica, neste setting de doentes. Esta sessão debruçou-se assim na abordagem ao doente com Cancro do Pulmão de Células Não Pequenas (CPCNP) em Estádio III Irressecável, destacando Durvalumab como uma terapêutica disruptiva no Estádio localmente avançado.
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