No que concerne à adesão terapêutica, a Medicina não deverá ser paternalista e “trazer os doentes ao colo”, no sentido de os forçar a fazer as terapêuticas prescritas e aconselhadas. Saber o que é melhor para o doente não nos dá o direito de impor tratamentos ou procedimentos. O papel dos médicos e dos profissionais de saúde, em geral, deverá ser o de fornecer informação sobre a doença e os tratamentos aconselhados e prestar todos os esclarecimentos solicitados pelos doentes e pelas famílias, por forma a que o doente possa decidir livremente, mas em consciência e na posse de todos os dados que poderão ter influência na sua resolução final.
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